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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Soneto 29


          Quando malquisto da fortuna e do homem
          Comigo a sós lamento o meu estado,
          E atiro aos céus os ais que me consomem,
          E olhando para mim maldigo o fado;
          Vendo outro ser mais rico de esperança,
          Cobiçando o seu porte e os seus amigos,
          Se desejo a arte de um, de outro a bonança,
          Descontente dos sonhos mais antigos;
          Se desprezado e cheio de amargura
          Penso um momento em vós, logo, feliz,
          Como a ave que abre as asas para a altura
          Esqueço a lama que meu ser maldiz:
          Pois tão doce é lembrar o que valeis,
          Que esta sorte eu não troco nem com reis.


          William Shakespeare


Fonte:O Livro das Virtudes- William J. Bennett

12 comentários:

Everson Russo disse...

Quanto valem os sonhos de um homem? um grande beijo de otimo final de semana pra ti querida

Cris França disse...

Vivian,

Hoje vim aqui para deixa um beijo especial, e agradecer por você fazer parte da minha história, tem um selinho para você lá no blog!

ValCruz disse...

Olá Vivian, bom dia pra vc tb, e um bom fim de semana!!

William Shakespeare, tinha esse jeito assim de escrever: romantico falando da dor, seus receios e pode-se dizer falando da vida real em versos.


Grande beijo querida!

Eliete disse...

Vivina querida , adorei este soneto.
Boas lembranças são nossas companheiras na vida.bjs

Chica disse...

Muito lindo esse poema.Deixo um beijo e desejo um lindo fds!Aqui no momento cai uma chuvinha pra agradar os sapos e plantas,rsrsrs chica

Paulo Becare Henrique disse...

Tinha que ser do Shakespeare...

Amapola disse...

Boa tarde, querida amiga Vívian.

Belo poema!!

Beijos no coração.

Nanda disse...

Ei Vivian,

Shakespeare arrasa sempre, adoro.
Acho que você vai gostar de Personal Demons, adorei o livro. Li o segundo da série Academia de Vampiros - Aura Negra e a série só melhora aiai rs

Bom fim de semana querida :)

bjoo

Eduardo Medeiros disse...

e aí amiga, esse tal willian até que era bom escritor, né?? rsssssssssss

tenho uma coletânea das peças deles e ainda não consegui ler todas; um dia chego lá...

beijos

VÉU DE MAYA disse...

Oi, Vivian!

Shakespeare...Um dramaturgo total...sagrado direi mesmo...Um soneto para o Mundo! Obrigado pela partilha.
Beijinho amigo,

Véu de Maya

Lívia Azzi disse...

Soneto complexo e belo!

Beijos, querida Vivian.

Arnoldo Pimentel disse...

Muito bom mesmo o texto, parabéns e um lindo fim de semana pra você,beijos.

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