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sábado, 18 de junho de 2011

Lilás


            Quando o amor chegou
            Entre montanhas e nuvens
            Trazendo o cansaço na bagagem
            Flores colhidas no mar
            Estrelas caídas no chão
            Jardins suspensos no céu
            Almas que acalentam um coração
            Quando o amor chegou
            Morava numa ilha deserta
            Poema e alegria despertos
            Olhos fechados pro mundo
            E um suspiro profundo
            Quando o amor chegou
            Com uma aquarela de cores
            Beijos de vários sabores
            Refletindo no sol e luar
            Não saberia mais te encontrar
            Quando o amor chegou
            Trazendo no colo um anjo
            De rosto puro em paz
            Que nos cabelos tinha
            Uma linda e inexplicável flor lilás.


            Everson Russo 
Do livro: O Livro dos Dias -Everson Russo
Pág.82  _ Meu exemplar chegou ontem!!
De Minas para o frio do Sul!!


*Quem quiser conhecer o blog dele ou adquirir o livro
Clic aqui:olivrodosdiasdois.blogspot.com

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Uma história...



             Uma história, um romance, um conto - essas coisas assemelham-se a seres vivos, e talvez o sejam de fato. Elas têm sua cabeça, suas pernas, sua circulação sanguínea e sua roupa, como as pessoas de verdade.


             Erich Kästner, Emil e os detetives


Fonte:livro:Coração de tinta-Cornelia Funke
Pág.228  - Cada abertura de capítulo começa com uma citação de um livro famoso!
  
   * Tem post novo no outro blog!
Clic aqui:floresnojardimdavida.blogspot.com

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Vivendo por ai



Vejo os dia passando de você tão distante
Na perda do brilho de meus olhos de outrora
Ficou apenas a sombra que me apavora
Na noite da longa espera deste instante
Que vou cantando pela estrada a fora.


Sinto no peito uma melancolia tamanha
Veste-se a capa cinza do meu lamento
Na triste canção que entoa meu tormento
Salta do pinho uma nota estranha.


Sigo ao som deste solitário violão
Levando pela noite este meu canto
Que acaricio nesta forma de encanto
É o bálsamo deste dorido coração.


Em meio à brisa com perfume excitante
Que toca minha face em forma de beijo
Vem da suntuosa vontade de meus desejos
Recebê-la em meus braços assim exultante.


Toninho - do blog mineirinho-passaredo.blogspot.com
11/06/2011


*Obrigada Toninho pela gentileza de partilhar sua bela poesia!!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Impressionista


               Uma ocasião,
               meu pai pintou a casa toda 
               
de alaranjado brilhante.
               
Por muito tempo moramos numa casa,

              como ele mesmo dizia,
              constantemente amanhecendo.


           Adélia Prado


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terça-feira, 14 de junho de 2011

Aprendi...



          Aprendi, graças a uma amarga experiência, a única suprema lição:controlar a ira. E do mesmo modo que o calor conservado se transforma em energia, assim a nossa ir controlada pode transformar-se em uma função capaz de mover o mundo. Não é que eu não me ire ou perca o controle. O que eu não dou é campo para a ira. Cultivo a paciência e a mansidão e , de uma maneira geral, consigo. Mas quando a ira me assalta, limito-me a controlá-la. Como consigo? É um hábito que cada um deve adquirir e cultivar com uma prática assídua.



                      Mahatma Gandhi



Fonte:paralerepensar.com.b

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Protegei-me...



               Protegei-me da sabedoria que não chora, da filosofia que não ri e da grandeza que não se inclina perante as crianças."


              Khalil Gibran


**Bom dia,amigos! Tem post novo!
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domingo, 12 de junho de 2011

Canto dos Espíritos sobre as Águas



A alma do homem
É como a água:
Do céu vem,
Ao céu sobe,
E de novo tem
Que descer à terra,
Em mudança eterna.

Corre do alto
Rochedo a pino
O veio puro,
Então em belo
Pó de ondas de névoa
Desce à rocha liza,
E acolhido de manso
Vai, tudo velando,
Em baixo murmúrio,
Lá para as profundas.

Erguem-se penhascos
De encontro à queda,
— Vai, 'spúmando em raiva,
Degrau em degrau
Para o abismo.

No leito baixo
Desliza ao longo do vale relvado,
E no lago manso
Pascem seu rosto
Os astros todos.

Vento é da vaga
O belo amante;
Vento mistura do fundo ao cimo
Ondas 'spumantes.

Alma do Homem,
És bem como a água!
Destino do homem,
És bem como o vento!

Johann Wolfgang von Goethe, in "Poemas"
Tradução de Paulo Quintela



Fonte:citador.pt
*Feliz dia dos namorados!!!

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